Dia Nacional do Idoso: ação no Centro Cívico promove carinho, respeito e conscientização sobre a vida
Foram entregues mudas de plantas aos pedestres e condutores de veículos.

O Dia Nacional do Idoso, celebrado nesta terça-feira, 1º de outubro, foi marcado por um ato de amor e empatia ao próximo. Profissionais e idosos atendidos pelo serviço municipal se reuniram em frente à Praça do Centro Cívico para entregar presentes aos munícipes durante a “correria” no trânsito. Uma muda de planta e um panfleto com informações sobre os cuidados com pessoas idosas foram retribuídos com sorrisos.
Durante a ação, técnicos em enfermagem participaram para garantir o bem-estar dos idosos envolvidos. Para Maiza Marcondes, presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa Idosa, a entrega das mudas significou o processo da vida, exemplificando o caminho de uma pessoa até a terceira idade.

A técnica de enfermagem Danielle Cardoso, 28 anos, estava de passagem e levou uma plantinha para casa. “Tenho idosos em casa e luto por todos os direitos que eles têm. Fico preocupada quando saem de casa sozinhos e sempre reforço o cuidado, pois os amo muito. Respeito é prioridade e nós temos um papel de apoio, então um dia como esse deve sim ser comemorado”, disse.
Cabelos de Prata: a Prefeitura de Boa Vista incentiva vínculos de afeto e amizade entre idosos
O projeto Cabelos de Prata atende pessoas a partir de 60 anos que estão em vulnerabilidade social, gerando inclusão. Os integrantes são acompanhados por profissionais que organizam uma agenda de atividades adaptadas, respeitando os limites de cada participante. A saúde dos beneficiários também é garantida por meio da parceria com as Unidades Básicas de Saúde (UBS), que acompanham os idosos com vacinas e consultas médicas mensais.

Relatos como o de Doris são gratificantes para a atual gestão. Afinal, a missão do projeto é transformar a experiência da terceira idade em algo prazeroso. Elevar a autoestima dos integrantes e promover bem-estar físico e emocional é a prioridade.
Disque 100
Em caso de identificação de pessoas idosas em situações de risco, como violência, abandono e vulnerabilidade social, deve-se reportar ao número 100. Durante a velhice, muitos idosos podem voltar a precisar de cuidados semelhantes aos de uma criança, por isso a importância de amparo por parte da sociedade.