Caravana Participativa do Plano Nacional Juventude Negra Viva está em Roraima
Objetivo de reunir jovens negros e negras de organizações da sociedade civil e gestores de Estados e municípios para participar da elaboração do Plano Juventude Negra Viva.

O Governo de Roraima, por meio da Setrabes (Secretaria do Trabalho e Bem-Estar Social), recebe nesta semana a Caravana Participativa do Plano Nacional Juventude Negra Viva. As atividades, que seguem até o final da tarde desta sexta-feira, 4, fazem parte do processo de elaboração de propostas de políticas de combate à violência letal e vulnerabilidades que afetam a juventude negra e ao enfrentamento do racismo estrutural.
O evento, que acontece no Ierr (Instituto de Educação de Roraima), tem o objetivo de reunir jovens negros e negras de organizações da sociedade civil e gestores de Estados e municípios para participar da elaboração do Plano Juventude Negra Viva, que tem como meta reduzir a violência letal e as vulnerabilidades sociais que afetam a juventude negra.

“O encontro é importante para abordar propostas nas áreas de saúde, educação, esporte, lazer, segurança pública, assistência social e emprego e renda, para a melhoria da construção da sociedade jovem no nosso Estado”, disse.
O coordenador-geral de Políticas para Juventude Negra do Ministério da Igualdade Racial, Luiz Bastos, explicou que a ideia da caravana é prosseguir com o processo de construção democrático das políticas públicas no Brasil.

Segundo a coordenadora da Política da Igualdade Racial, Rafaela André, a presença da caravana é muito importante para criar um debate entre a juventude negra e também em todas suas diversidades.

O coordenador de Políticas da Juventude, Jander Brito destacou que o encontro tem o objetivo de mostrar para o Governo Federal a importância de programas para a juventude.
“Estamos aqui para ressaltar os 42% da população jovem entre 15 e 29 anos em Roraima, principalmente por uma questão única que nosso Estado é um encontro de fronteiras com a juventude indígena, ribeirinhas e migrantes”, declarou.
Ágata Lima